Bate papo à vontade
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Made in China
Mas qual o propósito? E o que seria um protesto made in China?
O protesto é simples, a partir de uma determinada data todos vamos começar só a comprar produtos made in China e evitar os brasileiros. Isso mesmo, consumir só os produtos estrangeiros.
O intuito é forçar a classe mais forte do Brasil, a dos endinheirados, os empresários influentes, as federações de indústria, as famílias ricas, etc. a pressionarem o Governo e o Legislativo a tomarem umas medidas com o objetivo de desonerar os nossos produtos, os nossos empregos, as pessoas, ou seja reduzir os impostos em escala.
O nosso país gasta muito mal o dinheiro que arrecada de nossos bolsos. O dinheiro é suado, e quanto mais pobre for mais paga imposto e na maioria das vezes não percebe (no sentido de receber) o retorno do imposto pago.
A CPMF, uma tributação que incidia sobre as movimentações financeiras, que foi criada e extinguida recentemente tinha o intuito de ajudar a Saúde e isso nunca aconteceu. O dinheiro vindo ajudava a tapar os buracos criados pela péssima administração pública. O Governo insiste em traze-la de volta.
Qualquer empreendimento para ser saudável precisa ter as contas equilibradas, as contas de um país deve ainda ter um cuidado extra, pois uma manobra errada pode arruinar milhões de famílias, são muitas ações em cadeia que podem acelerar (ou não, depende da economia) a falência do país.
E o que faz um Governo quando se vê com um gasto descontrolado, receitas insuficientes e muita coisa ainda por fazer? A dívidas caminham para o impagável, a estagnação econômica em breve chegará, o que fazer? Simples... o povo financia! Aumentemos o imposto.
O imposto alto mata o crescimento de um país. Impede o crescimento, pois tira muito dinheiro da mão do contribuinte, das empresas e financia os gastos extras do Governo. Governos dos países nórdicos tributam razoavelmente alto a população, porém oferecem muito em troca, há muitos programas sociais e os serviços públicos em geral funcionam de forma exemplar. Neste caso o imposto funciona, pois retorna em forma de benefícios e serviços.
No Brasil temos muitas barreiras econômicas contra a entrada de produtos estrangeiros. A desculpa é que devemos proteger a indústria nacional, mas na verdade o Governo não quer ceder o dinheiro arrecadado pelos impostos. Aí você pensaria, mas o dinheiro arrecadado com os impostos das barreiras alfandegárias não é tão significativo para o Governo e esse efeito poderia matar as empresas. É verdade. Porém o Governo sabe que reduzir as barreiras significa baixar os impostos aplicados às empresas em todas as frentes. Ou seja, reduzir os impostos em escala.
Proteger a indústria nacional só contribui para torná-la mais ineficiente e fazer com o que os brasileiros escolham os importados. Os chineses não têm barreiras, eles estimulam a produção, ou seja tributam muito pouco o setor produtivo e os consumidores. Eles ganham no volume, por isso desvalorizam a moeda deles aumentando a saída de produtos.
Portanto sou pró a um protesto made in China, vamos fazer com que aqueles que tem poder para interferir no status quo a pressionarem o Governo a baixar os impostos e promover o crescimento real da economia.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Eleições 2010
A minha constatação vem da observação de pessoas da classe B, e talvez da classe A, por ter algum pequeno contato.
A educação no nosso país sempre foi um ponto nevrálgico e é praxe dos últimos Governos não implementarem nada de interessante para melhorar a qualidade da educação. Na verdade, é interessante manter a massa alienada e/ ou confusa, despolitizada... acho que isso é o mais importante, deixar a massa despolitizada.
Há muitos anos estamos desorganizados e despolitizados, acredito eu que tudo de esvaiu depois do AI-5, o que veio depois foi movimentação de partido político em prol de próprio interesse futuro. Por exemplo, as Diretas já e a campanha de impeachment do Collor, se vocês lembrarem dos eventos tinha um monte de gente sacudindo bandeira de partido e gritando. Como a UNE a muitos anos é pelega e loteada pelos partidos políticos as manifestações sempre foram organizadas pelos partidos. Existe até algumas manifestações sem origem política, pontuais, que não representam nem de perto a maioria, muitos são os mesmos que viveram e lutaram contra a ditadura militar. O povo na essência está despolitizado e desorganizado, a muito tempo não liga e não consegue gerar movimentos sem a influência de partidos políticos.
A escolha do Presidente, e outros cargos políticos, ficou para as discussões idiotas, tais como, aborto, religiosidade, dossiês sobre pessoas da família dos candidatos. Nada de projeto de Governo, soluções dos problemas do país só superficialmente. E isso tudo é por causa do povo, que exige isso, que se interessa por isso. A mídia é sanguessuga, ela se aproveita desses fatos para ganhar dinheiro, mas a informação está lá porque vende, os candidatos sabem disso. Sabem que a briga pode manchar mais a imagem do adversário do que ter um programa de Governo mais interessante. Até porque, no papel, todos escreveram quase a mesma coisa, a disposição de cumpri-las é que os diferencia de fato.
E se voltarmos ao início, o povo exige a baixaria e a desinformação, justamente, por causa dos políticos que nada fazem para melhorar a educação brasileira. O povo faz exatamente aquilo que os políticos esperam que faça. Má educação, despolitização, alienação, pouca consciência, voto ruim e políticos ruins, essa é a sequência atual que só mudará quando santas almas resolverem mexer nesse vespero.
Espero que as próximas eleições sejam melhores.
sábado, 4 de setembro de 2010
Superávit primário - Noções de economia
Como o próprio nome sugere, superávit é algo contrário ao déficit. Como o déficit está associado a falta, ao saldo negativo, o superávit está relacionado a sobra, ao saldo positivo. Ou seja, se temos superávit temos que na diferença entre ganhar e gastar estamos ganhando.
O conceito de superávit primário vai em cima disso, porém está relacionado ao balanço de pagamentos brasileiro. Aí, entra na conta a balança comercial (importações e exportações), gastos do governo, investimentos estrangeiros e juros da dívida (Títulos de dívida emitidos pelo Tesouro Nacional), há mais itens porém esses são os mais relevantes.
Contudo o superávit primário acontece quando somado tudo: balança comercial, gastos do governo, etc. com exceção dos juros da dívida pagos, chega-se a um valor positivo. Ou seja, é tudo que se ganha e perde menos os juros.
Se incluindo os juros na conta o valor ainda for positivo, os economistas o chamam de Déficit nominal zero. Ou seja, é quando o país está crescendo tão fortemente que está pagando (retirando) as dívidas no mercado.
Aí você pensaria, por que não chamam de superávit nominal, e sim déficit nominal? Em geral, convencionou-se por questão de ótica, porém poderia ser qualquer um dos dois. Todavia tem um fator que contribui mais para ser déficit. É que não é interessante para uma economia ter superávit, pois é dinheiro guardado que não serve pra nada.
O Governo tem que investir o dinheiro no país, assim o mantém competitivo e menos desigual, com isso o objetivo é ter déficit nominal zero, ou seja, ganha-se muito, investe-se muito e pagam-se as dívidas.
Se, por exemplo, o Governo investiu mais para ter um retorno depois, ele assume um déficit, mas com superávit primário.
Por fim, um país que possui superávit primário indica que ganha mais do que gasta, mas ainda tem juros de dívida para pagar.
Para aumentar o seu lado crítico perceba que uns fatores importantes para definir a solvencia do país é se ele investe muito, se tem um serviço público que gasta muito, se a Previdência pública e privada geram muito prejuízo para o Governo e se o país ganha muito exportando.
Um coisa que se deve prestar atenção é quando sai a informação do superávit primário, pois alguns Governos tem interesse em não gastar tudo até esta data para fazer o número (não gastam o previsto no Orçamento para fazer superávit) e depois que sai o índice promovem gastos extraordinários em coisas menos importantes para o país.
Agora que sabem a lógica básica, entrarei em mais detalhes depois com outros assuntos...
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Noções de Economia
Primeiro vou falar sobre Inflação.
O que é inflação? Como a inflação surge? Um entendimento básico das coisas.
Em economia as principais forças que movem o mercado são a demanda e a oferta, quase tudo é explicado pela compreensão do que é demanda e oferta.
Demanda representa o mercado potencial para compra de determinado produto ou serviço, ou qualquer coisa negociável. Pode ser considerado como a população que tem condições de comprar alguma coisa. Ou seja, se muitas pessoas passam a ter dinheiro de sobra e essas pessoas estão dispostas a gastá-lo, diz-se que existe demanda no mercado. Ainda, podemos dizer que se há mais pessoas procurando um determinado produto do que a quantidade dele disponível no mercado, diz-se que há mais demanda do que oferta.
Oferta representa a disponibilidade ou capacidade que o mercado, indústria, ou comércio tem de oferecer um produto e/ ou serviço. Se há no mercado uma quantidade excessiva de produtos e não há pessoas suficientes para comprar tudo, diz-se que há mais oferta do que demanda.
Portanto, entendendo os dois conceitos dá para tirar algumas conclusões. Se a demanda é maior que a oferta, a tendência é que o produto comece a faltar no mercado com isso o vendedor (mercado) eleva o preço para que ele não suma da prateleira, e se a demanda for insistente o vendedor eleva ainda mais o preço. Porém se a demanda for menor que a oferta, a tendência é que sobre produtos nas prateleiras. Com isso, o vendedor vai tentar vender de qualquer jeito o produto abaixando o seu preço, aumenta, também, a divulgação, mas o produto perdeu valor (importância) para o consumidor logo o preço cai.
Assim se define a base da inflação, se os preços sobem há inflação, se descem há deflação. Mas outros fatores interferem na inflação além da demanda e da oferta, como por exemplo, a memória da inflação. Memória da inflação seria o efeito gerado pela existência da inflação no mercado. Um exemplo é melhor... um produtor de leite gasta R$ 100.000 para produzi-lo, durante o ano o preço da ração da vaca aumenta e o salário mínimo do trabalhador também, mas o produtor mantém o preço, passado um tempo ele decide aumentar o preço do leite para compensar a perda com o aumento dos insumos, portanto o aumento do preço do leite neste caso foi conta da memória da inflação.
Outro fator importante é a entrada de divisas, investimento externo no país, entrada de dinheiro por conta das exportações. Esses fatores e o contrário deles (importações, evasão de divisas, investimento no exterior, etc.) interferem na inflação, injetam ou retiram dinheiro do mercado, aumentando a possibilidade desse dinheiro se transformar em novos empregos, mais produção, corte de salários, um monte de possibilidades macro.
Analisando a possibilidade da inflação oscilar o Ministério da Fazenda tem que administrar o problema pondo o Banco Central como responsável por manter a moeda estável. E como forma de controle há três formas famosas de se agir contra a inflação: a taxa de juros, percentual do compulsório e emissão de moeda.
A taxa de juros altera no custo dos financiamentos e portanto na quantidade de dinheiro disponível no mercado. O compulsório força os bancos a reter no banco mais dinheiro e a emissão de moeda é o mais perigoso método de combate, pois não acompanha a produção nacional.
Resumindo, a inflação é um efeito proveniente a situação financeira da população e do preparo do mercado para o consumo futuro. Então, quando ouvimos sobre juros, capacidade ociosa da indústria, inflação, etc. estamos ouvindo coisas relacionadas a um mesmo ponto. Por trás disso tudo o Banco Central é responsável por manter a inflação na meta (o Brasil há alguns anos adota o sistema de metas de inflação, no qual o Banco Central determina qual será a inflação do ano e persegue-a controlando os fatores que geram e reduzem os preços).
Mais detalhes sobre inflação eu respondo nos comentários.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Como ser feliz no casamento
Um fato muito importante na vida de todas as pessoas é o casamento. A maioria absoluta das pessoas casa e espera que o relacionamento seja eterno, mesmo que seja um pouco absurdo você gostar de uma mesma pessoa por dezenas de anos.
A ideia do casamento por séculos foi sempre associada a romances e finais felizes, principalmente pelo fato de que esta é a última Eucaristia Católica, é a última obrigação social (filhos por vezes pode ser, mas não tem a mesma representatividade na escala social) e, por fim, é a saída de casa, o último laço de dependência (pelo menos deveria) cortado.
Porém casar implica em muitas responsabilidades e obrigações. Quando se está namorando e depois durante o noivado as pessoas em geral não vivem a realidade provável de um casamento, nada do que acontece na época do namoro é como no casamento.
Observando este breve início você pode achar que eu sou contra casamentos, porém, na verdade, não sou. Eu até gosto e acredito que é possível existir casamentos eternos.
Vamos então as boas práticas…
Antes de qualquer coisa, a escolha de um bom par é um fator facilitador. Muitas pessoas aturam seus parceiros quando estão namorando enquanto não queriam estar nesta situação. Muitas pessoas se enganam quando estão namorando, e esperam que o casamento seja a solução, ou que poderá mudar o parceiro com o tempo. Fato que na maioria das vezes não acontece.
Primeira dica: Empatia. A empatia é uma característica fundamental no relacionamento. Mas… o que é empatia? É simplesmente se por no lugar das pessoas, ou seja, quando o parceiro faz algo, se ponha no lugar dela e pense o que você pensaria se tivesse feito e se esperaria alguma resposta, etc. É uma forma de compreensão fantástica, isso diminui consideravelmente a chance de brigas.
Segunda dica: entender a sua contribuição para o problema. É importante entender que mesmo que o outro não haja da mesma forma, você deve agir assim, é um processo gradual, as pessoas na medida que sofrem nos relacionamentos tendem a ser mais defensivos e reativos a qualquer problema.
Numa discussão de relacionamento o casal, em geral, só coloca sentimentos nas discussões e não trabalha para resolver o problema. E a forma mais básica de se fazer isso é julgar sumariamente as ações e fatos atribuindo conclusões curtas e infundadas sobre o parceiro. Coisas do tipo:
Ela:”Você é cheio de ‘coisinha’ com a fulana.”
Ele:”Por que você diz isso? Eu sempre achei que você tinha ciúmes dela.”
Ela: “Eu não tenho ciúmes dela. Mas você a põe numa redoma e comigo você é cruel com algumas coisas que eu faço.”
Paremos por aí. É visível que ninguém chegará a lugar nenhum. A discussão aumentará e no fim virá a briga. Analisemos a situação… Ela o critica pelo fato de ele a criticar no meio dos outros por algumas atitudes dela. Ele acha que ela está ciúmes da amiga. Ele não trata a amiga com “coisinha”, ela é que está se comparando com a amiga e acredita que há diferenciação no tratamento.
Ou seja, um julga o outro e ninguém se resolve. Eles duvidam dos sentimentos do outro e a tendência é a briga. A reconciliação virá, mas o problema não será resolvido.
A ação para combater o problema é procurar entender o outro primeiramente, ouvindo-o, e depois assumir a sua participação no problema e pondo a outra pessoa a pensar na participação dela ao problema. Voltando a conversa lá de cima, a resposta dele seria melhor se fosse: “Por que você acha isso? Pareço fazer isso mesmo?” Após a resposta, se desculpar e retrucar:”Me desculpe, não quero faze-la sentir mal quando a cutuco na rua, mas me preocupo com as coisas que faz, para os outros você pode transmitir uma imagem que não é sua só por de pequenos atos.” Com certeza, o problema aqui caminha para a solução, os sentimentos sairam da conversa e os fatos foram clarificados.
Terceira dica: fuja das discussões. Se os animos estão a flor da pele, a dica 2 é impraticável, fuja da discussão e diga: “Amor, hoje não quero discutir isso.” e depois proponha outra coisa, uma atividade para distrai-los.
Quarta dica: Há privacidade entre o casal. Determinadas coisas devem ficam fora do campo de visão do companheiro. Exemplo: necessidades fisiológicas devem ser privadas.
Quinta dica: há amizades pós-casamento. Nunca se separe dos amigos, eles são fundamentais, inclusive, por manter a vida um pouco mais agitada. Muitos passeios, churrascos que você for sozinho ou acompanhado do parceiro acontecem por conta deles.
Sexta dica: frenquência sexual. Uma boa frequência ajuda a ambos manterem os hormônios e a uma boa saúde mental. Se esforce para manter ambos satisfeitos.
Há várias outras dicas, mas essas são as mais importantes. Tirei essas informações de várias fontes que consultei. Nem cabe citar todas, mas um livro cansativo, que gostei pelo conteúdo é o “Conversas Difíceis” feito pela Harvard Negotiation Project.
Por fim, o casamento eterno existe, há vários casos, inclusive é possível que na sua família tenha um caso desses. O importante é trabalhar para que ele caminhe bem até que a morte os separe.
Até a próxima.
sábado, 1 de maio de 2010
Qual o segredo do sucesso?
Este é um dos tópicos mais interessantes que tive oportunidade refletir, acho que não seja simples, mas acredito que tenha chegado na fórmula.
O segredo do sucesso está associado a três coisas basicamente, empenho, sorte e estudo. Pode parecer que seja só isso, mas é eu te mostrarei.
Primeiro o empenho, isto pode parecer até claro para algumas pessoas, mas nem todas acham isso.
O empenho é a nossa capacidade de fazer as coisas acontecerem. Se você se propõe a fazer algo, você a realiza. Eu atribuo também a capacidade da pessoa em se propor a realizar sonhos. Como assim se propor a realizar sonhos? Todo mundo tem sonhos, alguns mais do que outros, mas pô-los no papel e se propor a resolvê-los é característica de poucos.
Sem dúvida, as pessoas que se empenham em realizar algo mais facilmente chega ao sucesso.
A sorte é um fator interessante, algumas pessoas podem achar infame citá-lo, mas a interferência é notável. A sorte não é fundamental para se ter sucesso, mas a ausência dela pode atrapalhar ao ponto de não se conseguir chegar a lugar algum. E o contrário, ou seja, ter muita sorte acelera as chances de alcançar o sucesso.
Tem gente que não acredita em sorte, ou seja, crêem que a sorte nada mais é que o fruto do trabalho árduo, se você se empenha e trabalha para as coisas acontecerem elas inevitavelmente acontecem e oportunidades especiais podem surgir aleatóriamente. E devido ao seu empenho você pode agarrá-las. Pode ser que isso seja verdade, e de qualquer forma o empenho é um dos fatores já citados para se chegar ao sucesso.
Há ainda o estudo. Você pode achar que não, mas eu vou passar o ponto de vista correto.
Tudo que nós sabemos fazer depende de estudo. É necessário estudar as mulheres e o comportamento humano para conquistar uma mulher. O garanhão tem uma percepção maior sobre o comportamento da mulher quando submetida a específicos estímulos.
O nosso Presidente é brilhante nos palanques, pois em boa parte de sua vida ele reparou nas pessoas e concluiu coisas sobre oratória que poucos percebem. O talento é estudo e isso gera algum resultado.
Todos tem conhecimentos especiais em alguma coisa, talvez, alguns ainda não tenha dado atenção a ela, mas de uma forma ou de outra tomar conhecimento sobre o que sabemos fazer melhor é fundamental para alcançar o sucesso.
Sabendo no que você é melhor, e muito importante que se invista neste conhecimento para se ter sucesso. Então estudar é a base. Estudar nem sempre é se inscrever num curso e ler coisas. Muitas vezes observar criticamente é uma forma de estudar. Um curso, em geral, acelera resultados, por isso é recomendável.
Portanto estudar nada mais é que coletar informações, interpretá-las e utilizarem-nas em algo. E quanto mais informação melhor.
Em suma, o sucesso depende basicamente de três coisas: empenho, sorte e estudo. Se pensarmos em qualquer forma de sucesso, os três estarão lá.
Você pode exercitar a mente analisando várias situações e ver que as três se encaixam.
Até a próxima
domingo, 25 de abril de 2010
Fora de escopo
Tem outros sites que pesquisam, dêem uma olhada:
AV-Test (www.av-test.de)
CheckVir (www.checkvir.com)
ICSA Labs (www.icsalabs.com)
NSS Labs (www.nsslabs.com)
Virus Bulletin (www.virusbtn.com)
West Cost Labs (www.check-mark.com)
Até a próxima